Vulcões lunares chacoalham a escala de tempo das longas-eras
por Tas Walker e David Catchpoole
Imagem NASA
As escalas de tempo evolucionistas datam a lua em cerca de 4,5 bilhões anos,
com o vulcanismo lunar que produziu os grandes, escuros, proeminentes e quase circulares
“mares” lunares (ou maria, como’são chamados),
começando logo após a formação. Debate-se se o vulcanismo
terminou há cerca de três bilhões de anos atrás.
Mas alguns pesquisadores, estudando recentes imagens do lado distante da lua, tiradas
pelo satélite lunar SELENE (Kaguya), informaram a presença de “mares”
lunares de rocha vulcânica, dizendo que eles’têm “apenas”
2,5 bilhões de anos de idade, “muito mais jovens” que o formalmente
presumido.1,2 Isso é porque há menos crateras (ocasionadas
por meteoros) na distante face escura que o esperado – assumindo que a taxa
de crateramento foi e é constante através do tempo. Menos crateras
significa que os fluxos de lava vulcânica não podem ser’tão
velhos.
Dada a (suposta) duração da atividade vulcânica, 500 milhões
de anos mais jovem que o previamente imaginado, os evolucionistas agora’têm
o desafio de explicar como o vulcanismo lunar foi capaz de durar tanto tempo. A
lua tem apenas um quarto do diâmetro da Terra, e somente cerca de um oitenta
avos de sua massa, portanto deveria ter esfriado há muito tempo atrás,
e a muito estar geologicamente morta.
Deixando de lado as suposição uniformitaristas, conforme nosso conhecimento
acerca do espaço cresce, evidências cada vez maiores apontam que o
sistema solar (e o resto do universo além dele) é muito mais jovem
que o presumido pela idades evolucionistas, o que é consistente com a escala
de tempo bíblica, de apenas cerca de 6000 anos.3
As crateras fantasmas’são jovens também
Ilustração 1: Imagem USGS
Crateras fantasmas nos mares lunares também testificam que a lua é
jovem .1
Entendemos como cada mar se forma depois que um grande objeto espacial chocou-se
contra a lua, formando uma enorme depressão, rachando a crosta e lançando
lava fundida do seu interior.
As crateras fantasmas aparecem como débeis formas circulares na planície
do mar (veja as setas na figura) porque suas margens foram empurradas para baixo
da lava. Foram formadas por meteoros e’são visíveis porque foram
apenas parcialmente cheias de lava. De modo inverso, as pequenas crateras que se
formaram depois do mar ter solidificado’são claras e bem definidas.
Muitas crateras fantasmas foram reconhecidas – eis qui um dilema para os evolucionistas.
Baseados na lenta taxa atual de crateramento, os astrônomos evolucionistas
precisam de muito tempo para que as crateras fantasmas se acumulem antes que elas
se encham de lava – 500 milhões de anos, na verdade.
Porém, depois dos grandes impactos que racharam a crosta, quanto tempo levaria
para a lava fluir de dentro da lua e encher a base dos mares? Obviamente não
muito – algumas horas, dias ou semanas no máximo. Mais que isso e a
lava se solidificaria e o fluxo pararia. Impactos’tão grandes teriam
efeitos imediatos.
Ademais, as crateras fantasmas refletem a história catastrófica da
lua, e’são evidência para a sua juventude. Elas também
indicam que a taxa de crateramento era muito maior em certa época do passado.
E as idades dos outros planetas e luas no nosso sistema solar, baseadas na contagem
de crateras, também’são muito mais jovens que o afirmado. Astrônomos
criacionistas sugerem que esse período de intenso crateramento coincidiu
com o Dilúvio global catastrófico que ocorreu na Terra (Gênesis
7:11–12).2
Referências
- Fryman, H., Ghost craters in the sky, Creation Matters 4(1):6,
1999; <creationresearch.org/creation_matters/pdf/1999/cm0401.pdf>; veja também
Psarris, S, What you aren’t being told about astronomy, vo. 1: Our created
Solar System, DVD, <creationastronomy.com>, 2009.
- Faulknerm D., A biblically-based cratering theory,
Journal of Creation 13(1):100–104, 1999, <creation.com/cratering>;
Spencer, W.R., Response to Faulkner’s ‘biblically-based
cratering theory’, Journal of Creation 14(1):46–49,
2000, <creation.com/crateringresponse>. Eles propõem que uma breve
e limitada chuva de objetos espacias caíram sobre a lua, produzindo os característicos
mares lunares. Isso explica porque os mares’são quase que exclusivamente
restritos a um único lado – a chuva acabou antes que a lua tivesse
tempo de girar sobre o seu eixo e expor o outro lado.
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Referências
- Haruyama, J. et. al., Long-lived volcanism on the lunar farside
revealed by SELENE terrain camera, Science, doi: 10.1126/science.1163382,
6 novembro 2008. Regresar al texto..
- Minard, A. Volcanoes rocked dark side of the moon. National
Geographic News, <news.nationalgeographic.com/news/2008/11/081106-moon-volcanoes.html>,
6 novembro 2008. Regresar al texto..
- Veja também Sarfati, J., The moon: the light that
rules the night, Creation 20(4):36–39, 1998;
<creation.com/moon>. Regresar al texto..
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